Salesianidade
  “Manter a unidade do espírito e estimular o diálogo e a colaboração fraterna para mútuo enriquecimento e maior fecundidade apostólica”: é a finalidade do Secretariado para a Família Salesiana, aprovado pelo reitor-mor dos salesianos, padre Ángel Fernández Artime, e pelo Conselho Geral, dando sequência a quanto estabelece o Capítulo Geral 27 dos Salesianos (CG27) e as Constituições Salesianas. Elencam-se aqui alguns itens estabelecidos no Regulamento, integralmente disponível no site  sdb.org.
  Em 29 de abril ocorre o 25º aniversário de beatificação do padre Filipe Rinaldi, III sucessor de Dom Bosco, ocorrida em Roma, na Praça de São Pedro, em 29 de abril de 1990, pelo Papa, hoje Santo, João Paulo II.
  Neste ano bicentenário de nascimento de Dom Bosco e da Instituição da Festa litúrgica de Maria Auxiliadora se celebra também outro importante aniversário: o sesquicentenário do lançamento da primeira pedra da Basílica de Maria Auxiliadora, de Turim, feito no dia 27 de abril de 1865.
  Com a presença do conselheiro geral para Região América Cone Sul, padre Natale Vitali, foi realizado de 19 a 21 de abril, em Campos do Jordão, SP, na Inspetoria de São Paulo (BSP), o Encontro de Ecônomos Inspetoriais da América.
  Fiéis à exortação de Dom Bosco, que há 130 anos recomendava aos salesianos "para a glória de Deus e a salvação das almas...” a difusão de bons livros, continuam a ser publicados pelos salesianos ou por editoras salesianas em todo o mundo, em especial neste Ano do Bicentenário, vários livros de oração e reflexão, bem como histórias educativas para crianças.
Quinta, 09 Abril 2015 11:26

Dom Bosco era um místico?

Escrito por
  Padre Roberto Spataro revela a religiosidade do fundador dos Salesianos e fala sobre sua vocação.   À época, Giovanni Bosco foi criticado pelos leigos porque era um padre muito dinâmico, muito envolvido com projetos de construção de escolas, oficinas, gráficas. Ele também foi criticado por alguns sacerdotes porque diziam que ele pregava pouco e dedicava pouco tempo para a liturgia. No entanto, muitos falavam de sua espiritualidade intensa, profunda e comovente. O que há de verdade nisso?   A Agência de notícias ZENIT entrevistou o padre Spataro, secretário da Pontifícia Academia Latinitatis e professor da Pontifícia Salesiana. Confira abaixo:  
Salesianidade
  “Manter a unidade do espírito e estimular o diálogo e a colaboração fraterna para mútuo enriquecimento e maior fecundidade apostólica”: é a finalidade do Secretariado para a Família Salesiana, aprovado pelo reitor-mor dos salesianos, padre Ángel Fernández Artime, e pelo Conselho Geral, dando sequência a quanto estabelece o Capítulo Geral 27 dos Salesianos (CG27) e as Constituições Salesianas. Elencam-se aqui alguns itens estabelecidos no Regulamento, integralmente disponível no site  sdb.org.
  Em 29 de abril ocorre o 25º aniversário de beatificação do padre Filipe Rinaldi, III sucessor de Dom Bosco, ocorrida em Roma, na Praça de São Pedro, em 29 de abril de 1990, pelo Papa, hoje Santo, João Paulo II.
  Neste ano bicentenário de nascimento de Dom Bosco e da Instituição da Festa litúrgica de Maria Auxiliadora se celebra também outro importante aniversário: o sesquicentenário do lançamento da primeira pedra da Basílica de Maria Auxiliadora, de Turim, feito no dia 27 de abril de 1865.
  Com a presença do conselheiro geral para Região América Cone Sul, padre Natale Vitali, foi realizado de 19 a 21 de abril, em Campos do Jordão, SP, na Inspetoria de São Paulo (BSP), o Encontro de Ecônomos Inspetoriais da América.
  Fiéis à exortação de Dom Bosco, que há 130 anos recomendava aos salesianos "para a glória de Deus e a salvação das almas...” a difusão de bons livros, continuam a ser publicados pelos salesianos ou por editoras salesianas em todo o mundo, em especial neste Ano do Bicentenário, vários livros de oração e reflexão, bem como histórias educativas para crianças.
Quinta, 09 Abril 2015 11:26

Dom Bosco era um místico?

Escrito por
  Padre Roberto Spataro revela a religiosidade do fundador dos Salesianos e fala sobre sua vocação.   À época, Giovanni Bosco foi criticado pelos leigos porque era um padre muito dinâmico, muito envolvido com projetos de construção de escolas, oficinas, gráficas. Ele também foi criticado por alguns sacerdotes porque diziam que ele pregava pouco e dedicava pouco tempo para a liturgia. No entanto, muitos falavam de sua espiritualidade intensa, profunda e comovente. O que há de verdade nisso?   A Agência de notícias ZENIT entrevistou o padre Spataro, secretário da Pontifícia Academia Latinitatis e professor da Pontifícia Salesiana. Confira abaixo: